História

Movimento feminista reúne mulheres desde a Revolução Francesa

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Desde os séculos XV e XVIII podemos encontrar diversos livros, pinturas e outras formas de arte que denunciavam a opressão das mulheres. Esse tema, não tão exposto na época, levava em conta a superioridade e dominação imposta pelos homens. Entretanto, não se pode dizer que o feminismo surgiu naquela época, até porque a maioria dos artistas eram homens.

Estudiosos do tema acreditam que o feminismo moderno surgiu, de fato, durante a Revolução Francesa, no século XVIII. Isso ocorreu porque, naquela época, o contexto social e político permitiram o seu surgimento, juntamente com o Iluminismo, por exemplo. Todavia, o movimento só foi tomar forma e força no século XIX, mais especificamente com as Sufragistas.

Quando se falava dos direitos das mulheres nos Estados Unidos e na Inglaterra, já existia certo agitamento. Foi com as Sufragistas, mulheres que exigiam o seu direito de voto, que o movimento ganhou força e popularidade. Essas mulheres, inspiradas pela obra de Mary Wollenstonecraft, “Uma Reivindicação pelos Direitos da Mulher”, sofreram não só com a discriminação por saírem do padrão da época, mas também foram presas e sacrificaram a sua vida na busca pelos seus direitos.  Apesar de o movimento ter sido mais forte na Inglaterra e nos Estados Unidos, o primeiro país a permitir o voto feminino foi a Nova Zelândia, em 1883.

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A luta das Sufragistas se alastrou até o século XX e nos leva até outro episódio muito importante para o feminismo, que ficou conhecido como a Queima do Sutiã. Esse evento contou com 400 ativistas do WLM (Women’s Liberation Movement) que protestavam contra o concurso de Miss América, em 1968. Essas mulheres colocaram no chão diversos apetrechos considerados femininos em modo de protesto. A queima em si nunca aconteceu – o local não era público e não houve permissão para tal alto -, entretanto, a atitude foi extremamente importante para o movimento e, claro, se tornou um marco do mesmo.

Hoje, vivemos na era da internet, que abriu muitas portas para o feminismo. Agora, a troca de informações e notícias se tornou muito mais fácil e ágil. Não estamos mais fechadas em nosso mundo pessoal, podemos trocar experiências e, assim, ter uma mente mais consciente. O feminismo on-line permite não só que nós saibamos mais sobre as injustiças e conquistas do movimento, mas também que nós nos organizemos melhor.

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